quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Enquanto isto, no Uruguai...
O amigo Maurão enviou estas fotos do surfe que rolou no Uruguai enquanto todas as atenções estavam voltadas para Imbituba.
La Boya - Foto: Paipo
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quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Dados interessantes
"Onda Gigante
Os gaúchos estão na crista da onda. Pesquisa da Store Shopping mostra o Rio Grande do Sul como segundo maior mercado de surfwear do Brasil.
O Estado responde por 25% do volume movimentado pelo setor de roupas e equipamentos de surf no país - de R$ 2,5 bilhões em 2005.
O estudo sobre o consumidor gaúcho de surfwear apontou que:
52,3% estão na faixa etária entre 15 e 25 anos.
71% são homens
88,1% praticam surf
51,2% tem segundo grau
66,90% trabalham"
Encontrei esta nota, publicada na coluna Informe Econômico, da Lurdete Ertel, numa edição do Jornal Zero Hora, acredito que em 2006. Recortei e guardei. Hoje, por acaso encontrei-a.
Ao analisar os números apresentados na pesquisa, podemos fazer algumas reflexões (todas elas referentes ao público pesquisado, ou seja, os gaúchos):
1) O surfe ainda é um esporte masculino (se bem que de lá pra cá isto deve ter mudado um bocado);
2) Já estou velho para ser considerado "consumidor padrão do surfe";
3) Quem disse que surfista é vagabundo?
4) A mais interessante, na minha opinião: desde a época em que eu ralava em baterias de campeonato eu fazia a pergunta que vou fazer agora: se o RS é um dos mercados mais importantes para o faturamento das empresas de surfwear nacionais, porque não vemos competidores gaúchos com patrocínio destas marcas?
Os gaúchos estão na crista da onda. Pesquisa da Store Shopping mostra o Rio Grande do Sul como segundo maior mercado de surfwear do Brasil.
O Estado responde por 25% do volume movimentado pelo setor de roupas e equipamentos de surf no país - de R$ 2,5 bilhões em 2005.
O estudo sobre o consumidor gaúcho de surfwear apontou que:
52,3% estão na faixa etária entre 15 e 25 anos.
71% são homens
88,1% praticam surf
51,2% tem segundo grau
66,90% trabalham"
Encontrei esta nota, publicada na coluna Informe Econômico, da Lurdete Ertel, numa edição do Jornal Zero Hora, acredito que em 2006. Recortei e guardei. Hoje, por acaso encontrei-a.
Ao analisar os números apresentados na pesquisa, podemos fazer algumas reflexões (todas elas referentes ao público pesquisado, ou seja, os gaúchos):
1) O surfe ainda é um esporte masculino (se bem que de lá pra cá isto deve ter mudado um bocado);
2) Já estou velho para ser considerado "consumidor padrão do surfe";
3) Quem disse que surfista é vagabundo?
4) A mais interessante, na minha opinião: desde a época em que eu ralava em baterias de campeonato eu fazia a pergunta que vou fazer agora: se o RS é um dos mercados mais importantes para o faturamento das empresas de surfwear nacionais, porque não vemos competidores gaúchos com patrocínio destas marcas?
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
O Careca vem aí!
Depois de tomar uma surra na Espanha, o Bodoso fez beicinho e avisou que não vinha ao Brasil. Já o nosso Super Careca, confirmou que vem e que não vai facilitar a vida do Fanning.
Só que antes iria dar uma passadinha em Tel Aviv pra resolver umas coisinhas pendentes.
E que coisinhas...
Só que antes iria dar uma passadinha em Tel Aviv pra resolver umas coisinhas pendentes.
E que coisinhas...
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Novela Jordy Smith - Capítulo 02
Jordy Smith, fechou um contrato de patrocínio com a O'Neill. Posso estar enganado, mas acho que a última vez em que a O'Neill patrocinou um sul-africano, conquistou o título mundial. Será que a marca do velho Jack está preparando uma ultrapassagem nas três grandes já no ano que vem?Entenda melhor este capítulo lendo aqui.
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Novela Jordy Smith - Capítulo 01
Depois de uma disputa judicial com seu antigo patrocinador, Jordy Smith chegou a um acordo amigável, agradeceu por tudo o que a Billabong fez por ele e ficou livre para procurar um novo patrocinador.Entenda este capítulo melhor, lendo aqui.
E seguem as pedradas!
Desde os tempos em que aquele pivete de cara enferrujada infernizava o Circuito Gaúcho Amador, eu já percebia uma linha diferente naquele surfe. Mesmo que ele não fosse uma unanimidade (os juízes gaúchos nunca gostaram muito de surfe de linha), sempre conseguia causar um estrago.
E eu já conselhava o guri naquela época a ganhar o mundo. "Te manda" dizia eu. "Não há mais nada pra ti aqui. Teu surfe pode te levar muito mais longe".
E o guri foi.
Conseguiu uma classificação para a elite meio que se arrastando. Fez um ano de WCT fraco. Faltou-lhe espírito de vencedor. Para mim, o Pedra da bateria era o mesmo da areia: calmo, humilde e tímido. E quem almeja o topo do mundo não pode ser assim dentro d'água. Voltou para o WQS. E lá ficou de castigo por alguns anos, sempre chegando ao Havaí precisando de um resultado intermediário e nunca conseguindo. E eu incrédulo: "Não é possível", pensava comigo mesmo. "Com aquela linha o cara tinha que sobrar nas baterias!".
Neste ano a coisa pareceu querer mudar. Os resultados começaram a aparecer e eu, feito torcedor, meio bobo, comecei a comentar isto por todos os lugares: aqui, ali e por onde me deram espaço. E como não poderia deixar de ser, tomei pedrada de todos os lados. Alguém chegou a me xingar, acusando o Pedra de ser muito duro, ter um estilo feio e jamais ter dado um aerial (!) pode? O cara simplesmente tem um dos estilos mais polidos do Circuito, a linha mais fluida do bloco intermediário e graças a deus, sabe o que fazer numa bateria, isto é, aprendeu finalmente!
Hoje, é com muito orgulho que vejo o guri sendo o melhor brasileiro no WQS e no WCT. Está se reclassificando pelos dois! Tá sobrando!
Al Hunt escreveu assim na sua coluna semanal: "The top 8 are basically unchanged except Rodrigo Dornelles, who has moved from 8th to 5th, and is pushing the 12,000 points mark."
E se você está me achando meio bobalhão, puxa-saco do Pedra ao ler este post, não tem problema. É isto mesmo. Eu admiro surfistas que tem uma linha e um estilo bonito, principalmente se este surfista for meu conterrâneo.
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terça-feira, 16 de outubro de 2007
A Montanha e A Onda
Tive esta pérola nas mãos por uma semana (emprestado). Li apenas algumas páginas das mais de trezentas. Mas foi o suficiente para decidir que vou compra-lo. A obra, escrita por Phil Jarrat, com a ajuda das mais influentes figuras do surfe mundial, se propõe a contar a história da Quiksilver e acaba contando a do próprio esporte, pois uma se mistura à outra.
E como se as fotos e os textos já não fossem motivo suficiente para se ter este tesouro na biblioteca, ainda por cima ele vem acompanhado de um DVD com tudo sobre a Quik, inclusive os filmes que se tornaram clássicos, como Performers, Kelly Slater in Black and White, Young Guns e por aí afora.
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007
domingo, 7 de outubro de 2007
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