Mostrando postagens com marcador WT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador WT. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de março de 2011

Mineirinho, com sangue nos olhos


Fazia muito tempo que eu não me empolgava tanto assistindo uma bateria do Circuito Mundial de Surfe. Coincidentemente a última vez que fiquei assim foi noutra bateria do Taj Burrow, também contra um brasileiro, no The Search de Barra de La Cruz, contra Peterson Rosa. Verdadeiro show de tubos naquela ocasião.

Imagine que a onda surfada pelo Mineiro (acima), é a segunda maior média do evento até aqui e mesmo fazendo outra nota acima dos 9 pontos, não conseguiu vencer Taj Burrow para avançar às quartas de final do Quik PRO, primeira etapa do WT 2011.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Morte no surf

A comunidade do surfe acordou de ressaca hoje.

Primeiro a surpreendente notícia do falecimento do bodoso, que nos últimos tempos nem bodoso era mais. O cara vinha dando mostras de ter se transformado num sujeito extremamente boa praça e até venceu uma etapa do WT.

Andy Irons foi um daqueles personagens que conseguem marcar a história de um esporte. Ele não se limitou a vencer. Fez muito mais do que isto e por este motivo, quando nos deixa, causa muita comoção. Em meio a dezenas de notícias e opiniões, copiei esta, do Surfline, com um depoimento do careca, que faz a gente pensar: "Andy was an absolutely gifted individual. I'm lucky to have known him and had the times we had together. I feel blessed that we worked through the differences we had and I was able to learn what I'm made of because of Andy. We enjoyed many quiet times together with our girls in the last year and I got to know a happy, funny, innocent kid who was happy to live every second with the people he loved. I'm so sad..." Lê o resto aqui.

Mas estas notícias provavelmente você já leu aqui e ali. O que provavelmente você não leu, é que outro surfista, bem menos conhecido e muito menos famoso, também morreu. Só que ao contrário do tricampeão mundial, este morreu de um jeito bizarro, primitivo até: preso a uma rede de pesca!

É isso mesmo, estamos no século XXI, ano 2010 e no Rio Grande do Sul, feriado de muito sol, verão se aproximando, ainda existem assassinos instalando redes como se fossem arapucas, verdadeiras armadilhas humanas!

Esta é a 49ª morte de um surfista preso a uma rede, no RS. Nunca, em nenhum lugar do mundo, tantos surfistas morreram enquanto praticavam o surfe. Mesmo assim, este absurdo recebe menos atenção do que quando um tubarão arranha o braço de alguém, ou pior: na semana passada vimos ampla cobertura em todos os meios jornalísticos, inclusive no horário nobre do jornalismo brasileiro - no JN - a cobertura da tentativa de salvar duas baleias que haviam encalhado em dois pontos diferentes da costa brasileira. Toda uma estrutura foi deslocada para os locais: barco da Petrobras, biólogos, aparato das prefeituras....

Mas o que é isto??? Duas baleias recebem mais atenção do que seres humanos sendo pescados como se fossem peixes? Fico aqui pensando que talvez devamos torcer para uma baleia destas se prender a uma rede de pesca e morrer. Daí sim, e só neste caso, consigamos resolver o problema de vez, que é PROIBIR A PESCA COM REDES DE UMA VEZ POR TODAS!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Gabriel Medina - nosso messias

Medina dando um nó com as pernas para dar um nó em CJ. Foto tirada daqui.

"Gabriel was not in any way nervous. It looked as if his competitive circumstances made no difference to him. None of the elements, nor his enemy, had any effect on his courage, passion or reflexes. He went above the lip on his first wave, pumping once very quickly to get down the line, almost catlike, and very lightly, turns the middle axis of the board on the lip. His fins burst free and he maintained a natural follow through spinning in the whitewash. On another wave he pumped quickly and set a line, which ended in a large, hands-free, backside air reverse. That particular wave was underscored but a next wave was over-scored and Gabriel Medina defeated CJ Hobgood."

O resto do artigo do Charlie Smith pode ser lido aqui no site da Stab.